segunda-feira, 1 de março de 2021

Viagem Universitária


Nem sempre lembro de datas importantes na minha vida. Ano passado até cheguei perto de esquecer de meu aniversário. Mas quando lembro de pequenos momentos históricos, geralmente eles representam o início de alguma etapa que veio a ser parte integral de quem eu sou. Hoje, por exemplo, me ocorreu que há exatos dez anos eu pegava um ônibus em Porto Alegre e ia até Canoas, na Região Metropolitana, a fim de ter a minha primeira aula na faculdade.

Como falei neste espaço em outras ocasiões, cursei Produção Audiovisual na ULBRA, tendo me formado em 2015. Ironicamente, a primeira aula que tive pouco teve a ver com cinema ou televisão, já que era uma disciplina de marketing (uma das cadeiras obrigatórias da universidade). De qualquer forma, considerando o nervosismo e as dúvidas quanto ao que aquele local estaria me reservando nos anos seguintes, aquela aula serviu quase como arrancar o band-aid de uma vez só, me deixando relativamente confortável com aquele ambiente universitário.

Eu não fazia ideia, mas a partir daquele dia eu iniciava uma etapa que, mesmo repleta de altos e baixos, veio a contribuir muito com minha formação como ser humano. Ao longo de todo o curso, conheci uma gama de pessoas que ocupam um espaço especial em minha vida até hoje, desde colegas até professores (como de costume não citarei nomes, mas elas sabem quem são). Graças a essas pessoas, essa viagem universitária rendeu (e ainda rende) memórias divertidas, parcerias profissionais e ótimas piadas internas.

Para ilustrar um pouco as experiências que tive na ULBRA, coloco aqui uns trabalhinhos que fiz ou sozinho (a animação em stop motion) ou com meus colegas (os três vídeos restantes) e que encontrei no meio das bagunças da minha casa. Talvez eu deixe amigos embaraçados por compartilhar essas coisas, mas ninguém mandou eles me deixarem com cópias desses trabalhos.

O primeiro curta-metragem:



Stop motion com Max Steel:



Alerta para salas de cinema:



Pequeno tributo a Breaking Bad:

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

A Dança Pelo Brasileirão: O Final


Chegou ao fim o Campeonato Brasileiro 2020, o que faz com que eu sinta a necessidade de complementar o pequeno conto que escrevi ao final do primeiro turno da competição. Lembrando que na história os clubes são representados por seus mascotes em uma disputa na pista de dança.

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Logo após a 20ª rodada da competição, o Saci (Internacional) escorrega e vai ao chão, enquanto que o Urubu (Flamengo) tropeça nas próprias pernas. Santo Paulo (São Paulo), que dançava e observava a cena a alguns metros de distância ao lado de Guerreirinho (Fluminense) e Peixe (Santos), aproveita a situação e passa a dominar a pista.

“Eu falei que eles iam se enrolar sozinhos”, grita Santo Paulo.

Apesar da falha, o Urubu ainda consegue se levantar com certa rapidez, mantendo seu ritmo na pista aos trancos e barrancos. Mas o mesmo não pode ser dito sobre o Saci, que se encontra atordoado e emocionalmente abalado. A situação chega a ser desesperadora. Na preferência dos jurados que estão distribuindo as notas para cada competidor, Saci chega a ser ultrapassado por Galo (Atlético-MG), Guerreirinho, Porco (Palmeiras) e Peixe, de forma que a disputa parece ter acabado para ele. Até mesmo seu grande rival, o Mosqueteiro Gaúcho (Grêmio), parece estar mais disposto a dançar.

Enquanto isso, nos cantos da pista, ocorre uma briga para ver quem dança pior na competição. Uma disputa centrada em Periquito (Goiás), Almirante (Vasco), Super-Homem Tricolor (Bahia), Vovô Coxa (Coritiba), Leão do Recife (Sport) e Manequinho (Botafogo). O Leão Massa Bruta (Bragantino) até parecia querer entrar na briga com eles. Mas, após beber um bom energético, ele ganha um gás impressionante e passa a fazer movimentos que deixam os juízes de cabelo em pé. Mesmo não chegando ao centro da pista para se destacar em toda sua plenitude, Massa Bruta passa a ter seu estilo e seu ritmo admirados por todos, fazendo adversários teoricamente melhores terem que se superar para impedi-lo de roubar a cena, sendo que alguns falham nisso miseravelmente.

“Imaginem se ele tivesse dançado assim desde o início”, diz um dos membros do júri para seus colegas.

Vendo que sua dança está bem melhor que a de seus adversários, Santo Paulo resolve fazer uma pausa para ir ao banheiro. Lá ele até encontra o Manequinho em um dos mictórios. Aliás, Manequinho não sabia naquela hora, mas perderia tempo demais naquele local, de tão carregada que estava sua bexiga, o que o faria ficar atrás de todos seus adversários de maneira irrecuperável.

É então que, para a surpresa de todos, o Saci finalmente se recupera de sua crise emocional e passa a fazer alguns dos melhores passos da competição, chegando a parecer imbatível. Ele até volta para o centro da pista para disputar a preferência dos jurados. Quando Santo Paulo finalmente retorna de sua pausa, ele mal parece acreditar que está no centro da pista ao lado de um adversário que parecia ter desistido. Sua incredulidade é tanta que ele acaba sendo humilhado pelos passos do Saci, que domina com estilo surpreendente aquela pista, enquanto Urubu e Galo se esforçam para superá-lo.

E assim as coisas permanecem durante algumas boas rodadas e tudo dá a entender que ninguém conseguirá tirar o posto do Saci. Galo e Santo Paulo falham demais em seus passos e ficam pelo caminho. Mesmo se fizessem a dança de suas vidas não conseguiriam conquistar os jurados, que passam a focar apenas no Saci e no Urubu.

No entanto, chegando mais perto do final da competição, logo quando as coisas parecem estar se definindo, o Saci fica sem energias. Seu emocional parece ser derrotado pelo cansaço. Até mesmo o Leão do Recife chega a superá-lo em uma pequena briga em determinado momento. Enquanto isso, o Urubu parece ainda ter um pouco de gasolina em seu tanque, engrenando seus passos e finalmente pegando o centro da pista só para si.

Mas em uma competição dominada pela irregularidade, com participantes que constantemente parecem não ter forças suficientes ou simplesmente não estão muito a fim de ganhar, até o próprio Urubu chega ao final entregando os pontos. Ele olha imediatamente para o Saci, o único adversário ainda capaz de roubar seu posto na pista e vencer de vez a disputa.

“Acho que essa competição é sua, Saci. Aproveite!” – diz o Urubu, que de tão cansado quase não respira direito.

Para sua sorte, porém, o Saci não consegue mais dançar.

“Não tenho mais forças” – diz o Saci.

Neste momento os jurados acionam o alarme, marcando o fim da competição.

Eles correm para o centro da pista e encontram os participantes exauridos. Mas mesmo tontos após 38 rodadas de dança, quase todos os competidores reclamam que seus adversários foram favorecidos em determinados momentos da competição e que esta acabou não sendo justa. Mas para os jurados isso pouco importa e eles sagram um exausto Urubu como campeão de dança pela segunda vez consecutiva. Ao Saci, resta a frustração de quem teve a chance de vencer, mas não aproveitou. Já para Periquito, Almirante, Vovô Coxa e Manequinho, resta a lamentação de quem dançou tão mal que acabou fora da pista.

Mas todos sabem de uma coisa: na temporada seguinte haverá mais dança e, certamente, eles terão que evoluir para ter uma participação melhor.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

O Fruto Não Cai Muito Longe do Pé

Eu acho que tinha uns 12 ou 13 anos. Juventude e Inter se enfrentavam no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Eu assistia a partida pela televisão junto com meu pai, como de costume. Devia ser um jogo válido pelo Campeonato Gaúcho, mas para falar a verdade não lembro exatamente qual era a competição. Nessa época, quando eu ainda estava iniciando meus passos como torcedor, havia algo na forma como meu pai torcia que me incomodava. Ele gritava, xingava, esperneava, reclamava de tudo. Se irritava com nossos jogadores e com a arbitragem, não importava o tamanho do jogo ou a competição. Nessa partida em específico, eu não aguentei muito aquela forma de torcer. Quando reclamei, meu pai retrucou veementemente dizendo que aquela era a forma de se torcer. Ainda assim não gostei, e preferi ir para o quarto.

Corta para 2021.

O Inter enfrenta o São Paulo no estádio Morumbi. Mais uma vez, eu e meu pai estamos em frente a televisão, sintonizados na partida. Inicialmente, eu estou nervoso e ele bastante tranquilo, já que absorveu a confiança do time logo nos primeiros minutos. Ao final da partida, estamos ambos radiantes e incrédulos diante da vitória acachapante do Inter: 5x1 com direito a hat-trick do jovem Yuri Alberto e liderança do Campeonato Brasileiro retomada. Mas durante a partida não pude evitar de lembrar daquela ocasião de 15 anos atrás. Afinal, durante o jogo eu e meu pai gritamos, xingamos, esperneamos, reclamamos. Vibramos com cada gol como se a nossa sala fosse o próprio Beira-Rio. Sim, eu fiz tudo isso junto com ele. Aparentemente, o fruto não cai muito longe do pé mesmo.

Se o Inter conseguirá se manter na liderança é algo que ainda vamos ver. Mas de qualquer forma agradeço pelo resultado histórico e pela memória.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

2020: O Ano Que Inexistiu

"Há um ano recebíamos o convite

O convite para 2020

Mas um ano após ter aceitado tal convite

Creio que qualquer um admite

Que imaginava qualquer coisa para 2020

Menos que ele fosse ser um inferno sem limites"

Eu pensei em falar de 2020 através de um poema, mas meu estoque de criatividade não é grande a esse ponto. Os versos acima foram os únicos que consegui bolar. Gostaria de poder chegar aqui hoje e dizer que esse foi um ótimo ano, repleto de realizações e de experiências ricas, mas isso seria papo furado. Afinal, ao menos pra quem vive no mundo real, não foi possível viver 2020. Ao invés disso, foi necessário ficar trancado dentro de casa pela maior parte do tempo e mantendo contato à distância com familiares e amigos. Essencialmente, 2020 acabou em março.

Desde então o tempo parece brincar com nossas percepções (janeiro e fevereiro parecem ter acontecido há anos) enquanto que todo dia se mostrou um novo dia para ficar indignado e triste com notícias na TV ou na internet.

Mas por mais que eu fique reclamando de 2020, é claro que ele não teve culpa de nada disso. As pessoas é que vão formando a maneira como um ano será lembrado. 2020 apenas deu azar que muitas pessoas parecem ter decidido de vez por se deixarem levar pela falta de noção, pela ignorância e pelo ódio. E quando isso não nos indignava, havia outras coisas para nos abater (a morte do lendário Ennio Morricone, particularmente, foi um grande soco no estômago).

Mas mesmo diante de um ano caótico em que não foi possível fazer muitas coisas, eu ainda sinto que preciso agradecer. No caso, agradecer as pessoas que tenho ao meu redor, sejam elas família ou amigos, já que foram elas (e meu antidepressivo) que ajudaram a fazer com que os eventos de 2020 fossem suportáveis. A família pode sim dar uma boa dose de dor de cabeça, mas são pessoas que me dão uma base primordial, ao passo que os amigos não só estiveram sempre presentes através do famoso "zapzap", mas também conseguiram fazer com que eu me acostumasse e gostasse das tais chamadas de vídeo (até então, eu as odiava pelo simples fato de não curtir ver a minha cara no canto da tela).

Com exceção de alguns momentos prazerosos, como a vitória de Parasita no Oscar e a derrota de Donald Trump nas eleições dos Estados Unidos, 2020 infelizmente será lembrado por mim quase como um vazio. O começo de 2021 não parece ser tão promissor, mas deixo aqui a torcida para que possamos formar um ano mais digno.

Desejo a todos um Feliz Ano Novo!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Onde eu estava quando o Inter conquistou o mundo?

Desde 2006, a pergunta que intitula este post talvez seja feita por todos (ou quase todos) os colorados a cada 17 de dezembro riscado no calendário anualmente. Ver seu time se sagrar Campeão do Mundo não é algo que acontece todo dia, e o Internacional alcançou isso há exatos 14 anos, em uma data cuja aura é atipicamente deliciosa. Em um dia como aquele, acho que os sentidos dos colorados se tornaram verdadeiras câmeras, buscando gravar o máximo possível de cada segundo daquelas 24 horas. Assim elas se tornariam inesquecíveis e poderíamos tentar revivê-las através das memórias.

Onde eu estava na manhã em que o Inter conquistou o mundo? Bem, eu estava sozinho em casa. Sim, sozinho. Minha irmã havia se inscrito em um concurso público para tentar uma vaga de professora na rede municipal de Sapucaia do Sul, e a organização achou uma boa ideia marcar a prova exatamente para aquela manhã. Meus pais pegaram o carro que tínhamos na época e levaram minha irmã até o local da prova (a ULBRA, exatamente a universidade na qual eu me formaria quase uma década depois), ficando em um pequeno bar enquanto esperavam por ela, algo que durou a manhã inteira. Sendo assim, fiquei sozinho em casa, tendo que compartilhar meu nervosismo apenas com nossa cachorrinha, Duda, que tenho quase certeza que não fazia ideia do que estava acontecendo.


E haja nervosismo. Sendo honesto, eu não via muita chance de o Inter conquistar aquele campeonato, considerando o time que o Barcelona tinha. Eles podiam não contar com Samuel Eto'o e um tal de Leonel Messi, ambos lesionados, mas nomes como Victor Valdés, Carles Puyol, Rafa Márquez, Andrés Iniesta, Xavi Hernández, Deco e Ronaldinho já eram muito mais que o suficiente para que um menino de 14 anos sentisse medo por quem os enfrentasse. Com isso, cada jogada de ataque do Barcelona resultava em uma unha a menos nos meus dedos. Cada boa chance desperdiçada pelo Inter resultava em alguns fios de cabelo arrancados, já que não havia como saber se apareceriam outras oportunidades. E foi assim durante quase o jogo inteiro.

Aos 30 minutos do segundo tempo, quando o ídolo Fernandão sentiu a panturrilha e foi substituído por Adriano Gabiru, a esperança (quase inexistente) de que aquele jogo terminaria de forma positiva para o Inter diminuiu ainda mais. Afinal, saía uma das grandes referências do time e entrava um dos jogadores mais contestados daquela temporada. Via-se ali um exemplo de como a vida não funciona da maneira como gostaríamos ou esperamos, o que tornou ainda mais surpreendente o fato de que, cinco minutos depois de colocar o pé em campo, Adriano colocou a bola na rede de Victor Valdés e correu pro abraço. Mas mesmo ali a incredulidade gritava na cabeça deste que vos fala, fazendo eu pensar imediatamente que nosso camisa 16 estava impedido na hora do passe de Iarley. Na minha cabeça, simplesmente não era concebível o que estava acontecendo. Seria uma falha na Matrix? O trio de arbitragem do jogo prestou atenção no lance? O gol realmente valeu?

Foram necessários o reinício do jogo e o 1x0 marcado no placar da Globo para que eu finalmente começasse a pular de felicidade em frente à televisão. Mas o nervosismo não demorou a voltar a tomar conta de minhas entranhas, já que Deco deu uma resposta imediata após o Barcelona sofrer o gol, metendo uma patada no ângulo direito e que Clemer espalmou em uma das defesas mais lindas que já tive a oportunidade de ver. E pouco depois disso Ronaldinho ainda cobrou para fora uma falta frontal que quase tirou tinta da trave. Dias depois, minha saudosa avó Aracy contou que nesse momento ela havia pego um de seus bonecos de artesanato e dado um nó em suas pernas (se foi isso que fez Ronaldinho errar aquela cobrança, aí é algo que deixo para vocês decidirem).


Após a conquista, meus pais e minha irmã chegaram em casa e pude, finalmente, compartilhar a alegria com outros seres humanos. Isso na verdade parece ter sido a grande tarefa do dia, considerando que eu e meu pai ainda decidimos caminhar pela vizinhança devidamente fardados com nossas camisetas do Inter, conversando com um ou outro colorado que surgia na rua. Em casa, a televisão ficou sintonizada quase exclusivamente na extinta emissora gaúcha TVCOM, que reprisou várias vezes o jogo ao longo do dia.

E foi bom ver estas reprises sabendo o resultado final. Nelas pude ver que o nervosismo e o pessimismo podiam ter me dominado durante o jogo, mas não dominaram o meu time. O Barcelona até poderia ter alguns dos melhores jogadores do mundo, mas o Inter tinha uma estratégia e a executou com a confiança de quem sabe que a lógica não entra em campo no futebol. Abel Braga e seus comandados jogaram, enfim, como verdadeiros Gigantes da Beira-Rio. E espero nunca esquecer disso.

domingo, 13 de dezembro de 2020

Habemus Podcast

Há cerca de seis anos, quando estávamos na reta final de nossas trajetórias como alunos de Audiovisual da ULBRA, meu caríssimo amigo Jeferson Derfim propôs a ideia de nos juntarmos para fazer um podcast. Na época, se eu não estou enganado, a mídia vinha recém ganhando popularidade no Brasil. Nós até chegamos a nos reunir na livraria/cafeteria que ficava na universidade, tendo como objetivo desenvolver mais a ideia e ver que tipo de assuntos poderíamos abordar, além claro de apreciar o bom café vendido no local. Infelizmente, seja por falta de recursos e de tempo ou por outros motivos que enrolaram nossas rotinas, o projeto não chegou a andar pra frente na época.

E isso se manteve até semana passada. Quando a Warner Bros. anunciou que iria lançar seus filmes de 2021 tanto nos cinemas quanto em seu novo serviço de streaming (HBO Max), algo que caiu como uma bomba no meio cinematográfico, nós acabamos debatendo um pouco sobre o assunto. E foi nesse contexto que Jeferson propôs repentinamente: “Que tal a gente gravar o primeiro episódio do nosso podcast falando sobre essa decisão da Warner?”

Topei na hora.

O resultado disso é o Tem Pauta!, cujo primeiro episódio entrou no ar neste fim de semana. Nessa ocasião podemos até ter tido como assunto algo relacionado ao Cinema, arte pela qual tanto eu quanto Jeferson temos absoluto apreço (temos até diplomas para provar). Mas, como o próprio nome do podcast indica, nosso plano não é falar só sobre isso. O importante, basicamente, é ter uma pauta sobre a qual possamos nos debruçar em uma conversa, não importa sobre o que ela seja. Apesar de ainda não termos recursos, esperamos conseguir fazer um trabalho bacana, talvez até chamar amigos para contribuírem com seus comentários e sua visão de mundo.

O primeiro episódio já pode ser conferido no Spotify. Ficamos na torcida para que gostem. Se gostarem, recomendem para seus amigos, seus parentes, seus vizinhos, seus colegas. Toda forcinha já nos ajuda nesse começo de trajetória na “podosfera”. E, claro, se não gostarem, podem nos xingar também, sem problema algum.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Empacotando Jason

Como escrevi dias atrás, eu tenho me divertido bastante jogando Mortal Kombat X. E um dos atrativos desse exemplar da franquia é a participação especial de personagens clássicos do cinema de horror, estando entre eles Jason Vorhees, o serial killer aparentemente imortal da série Sexta-Feira 13.

Tendo isso em vista, aproveitei um tempo livre em casa para usar a minha câmera e os programas de edição a fim de dar vida ao pequeno vídeo a seguir. A ideia pareceu divertida na minha cabeça e espero que divirta vocês.

Obs.: Não recomendado para menores de 18 anos e pessoas de estômago fraco.